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Donald Trump, o negociador do século

C. Honci
C. Honci
04/11/2025 21:35 111 visualizações
Donald Trump, o negociador do século
Em um golpe de mestre, Trump negocia com a China e de quebra deixa o Brasil em maus lençóis.

Os Estados Unidos executaram o maior golpe econômico da história da humanidade.

A China controla 80% do processamento de terras raras — os neurônios de todo sistema de armas, smartphone e servidor de IA no planeta Terra. Um elemento: neodímio. Sem ele, os F-35 não voam.

Os Teslas não se movem. Os data centers ficam no escuro. Trump ameaçou destruir US$ 300 bilhões em exportações chinesas com tarifas de 100%. Pequim respondeu ameaçando sufocar a cadeia de suprimentos de tecnologia global. Então, algo impossível aconteceu.

O XEQUE-MATE : 24 de outubro: Malásia assina pacto de minerais. 25 de outubro: Tailândia assina acordo de processamento. 26 de outubro: Estrutura anunciada. China recua. Escondido nas entrelinhas: US$ 13 bilhões em processamento de terras raras na Austrália.

Direitos de extração no Camboja. O playbook do Japão de 2010 — que reduziu a dependência chinesa em 30% — agora implantado em US$ 350 bilhões em infraestrutura de IA americana.

O NÚMERO QUE ACABA COM A GLOBALIZAÇÃO: Comércio EUA-China: US$ 758 bilhões (2018) → US$ 578 bilhões (2024) Esses US$ 180 bilhões não desapareceram. Eles foram realocados para nações que se curvam. Comércio com a ASEAN aumentou 20%. A participação da China no mercado de terras raras caiu pela primeira vez em 30 anos.

As cadeias de suprimentos americanas estão sendo redirecionadas em tempo real enquanto Pequim percebe a armadilha. O QUE NÃO ESTÃO TE CONTANDO: Isso não é uma negociação comercial. É uma coleta de tributos. Trump transformou o maior mercado consumidor do mundo de um parceiro comercial em uma arma. Agora, cada nação enfrenta uma escolha: acesso aos mercados americanos ou acesso às cadeias de suprimentos chinesas. Nunca os dois. Nunca mais.

O congelamento de US$ 20 bilhões em soja — o primeiro desde 2018 — não é retaliação. É uma demonstração. A China pode causar dor. A América pode causar extinção.

O PADRÃO QUE QUEBROU A REALIDADE: Dezessete vezes desde 2018, o mesmo playbook: anunciar tarifas apocalípticas. Os mercados despencam. A China retaliou. Então, isenções aparecem para aliados. A pressão sobre Pequim se multiplica. 63% dos bens chineses enfrentam tarifas máximas. Nações aliadas: 4%. Cada ameaça “caótica” foi uma jogada calculada.

Cada tweet “impulsivo” moveu cadeias de suprimentos. Cada manchete de “Guerra Comercial” mascarou o desmantelamento sistemático da soberania tecnológica chinesa.

O QUE ACONTECE EM SEGUIDA: 1º de novembro: Xi se encontra com Trump na APEC. O acordo já está feito. Acesso a terras raras em troca de alívio de tarifas. Botas americanas em instalações de terras raras asiáticas. A China salva a face.

A América conquista o futuro. Taiwan, domínio da IA, independência tecnológica e o fim da multipolaridade competitiva — tudo embrulhado em um “quadro comercial” que a mídia chamará de trégua.

A VERDADE: A globalização não colapsou. Ela foi conquistada.

Por ThayzzySmith

PRESSÃO POLÍTICA.

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C. Honci
Sobre o autor
C. Honci

C. Honci é jornalista, escritor e músico (compositor e ex vocalista da banda de rock Dead Dogs nos anos 70/80). Trabalhou na Revista Confidencial Nordeste - anos 70 - Veja e Isto É anos 80 e 90. Livros escritos "Ponto de Vista A Vida Na Terra" e "POEMAS E POESIAS" . É editor há 25 anos da Revista Vias & Rodovias e Site com o mesmo nome. Atualmente, também editor do Site "Pressão Política"

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